14 julho, 2009

Ténue permissão.

Premite.me a ousadia de te dizer que já não sou cúmplice do teu medo.
Premite.me discordar quando te digo que me és indiferente.
Premitiste.te a tudo.
E eu.
A Nada.
Premite.me levantar o véu.
Premite.me isso.
Hoje.
E se quiseres também amanhã.
Eu premito.me a isso.
Sem qualquer tipo de vergonha.
Prefiro assim à covardia.
O meu tempo não me dá prazo para isso.
Covardias.
Premite.me dizer que já dei por mim.
E sem pudor digo.te.
Ò emoção.
Respira.me,
Para eu poder dizer.te que afinal..
Dei por ti!


Sem qualquer tipo de permissão digo, que tal como os impulsos, as minhas emoções não têm qualquer tipo de arte. São NUAS e CRUAS!

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