17 dezembro, 2010

Mestria.

Então era assim.
Primeiro pegava em ti e sugava-te todo o sangue.
Depois esticava cada artéria tua até ao ilimite.
E depois. Mas só depois.
Asfixiava-te as membranas.
Como que um lembrete.
De afinamento de peles.
A puxar para a Alma.
No fim bebia um tinto e fumava um cigarro.
E tu espojado no soalho.
Sem fósforos.

3 comentários:

Cupitor disse...

that's impossible... you don't smoke.
mas é um pensamento interesante ^^

Cupitor disse...

Em tempo julguei conhecer-te... Agora apenas reconheço a tua face se a vir passar ao longe..

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.. que havemos de fazer.

Mas quanto a valer sempre a pena... as vezes nem é por valer ou não... mas chega a um ponto que já não há forças para lutar...

Cumpts.

Cupitor disse...

Por vezes a maior sabedoria que temos reside na nossa ignorância... talvez por isso prefiro permanecer assim.. por agora.
Se me reconhecerás não sei.. é algo que nunca soube se farias.. e por enquanto isso não mudou.

A força... Vitoriosos e vencidos... é sem duvida verdade o que dizes... é engraçado como mesmo quando não temos força para continuar conseguimos dar força a outros.

Cumpts.