Outras a Monarquia.
E outras tantas a 'Alegoria da caverna'.
Locomoções da alma, sem urnas.
Apoquenta-me o cérebro.
Faz-se tarde e os neurónios já não são os mesmos.
O papel anda cada vez mais queimado,
E o carvão cada vez mais pequeno.

Ando a sentir. Muito. Demasiado.
Mas esqueço-me de respirar.
Dentro de mim já só existe apenas a Alma. Solta.
Num olhar vazio. Em noites sem sono.
E saídas sem retorno.
E este frio que se faz quente.
No meu peito, vorazmente,
Diz-te que "nunca é demasiado"
O que realmente se sente.
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