Tu que ris.
Tu que te humilhas e te perdes sem cessar,
posso elevar-te a meu belo-prazer, à altura dos olhos.
E tu que és dotado de frescura.
Tu refrescas-me de tal modo que te absorvo, que te ingurgito.
E faço o interior do meu corpo tirar proveito da tua frescura.

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