07 fevereiro, 2011

White Symphony.


Ando concreta. Abstractamente deliciada nos meus sonhos.

Não é virtude. É demência. Diferença.
Chamas-me vadia. Não me importo.
Se vadia for engolir tudo até ao fim, e lamber os lábios até ao puro filamento.

O meu corpo está pousado na janela.
Traz o lume. Ou se preferires, a ponta do cigarro.




"Uma noite pergunto-te se queres ser a minha edição limitada"
Nicola Cafés

3 comentários:

Anónimo disse...

levo-te a ponta do cigarro.

Temos que ir tomar um café, falei com a puc à pouco no telemovel, are you in?

(better now)

P.B. disse...

gostei tanto do que escreves que tive a pretensão de criar o meu proprio blog porque me deste vontade de escrever. tens aqui coisas muito boas mesmo, espero conseguir fazer justiça á minha fonte de inspiração =P

Cupitor disse...

É sempre um prazer ler as tuas palavras joaninha =)
Infelizmente tive bastante tempo sem elas...
Sinceramente prefiro quando as oiço a sair dos teus labios...
Pesadamente sinto a tua falta...
Minha pequena flor =)

*

gostei da frase da nicola XD