30 maio, 2011

Real Eyes.

Somos culpados sem perdão.
Somos pura cena e encenação.
Culpados por alguém que enganamos escondidos.
De verbos e outroras sentidos.

Sentimentos confusos.
Situações não esclarecidas.
Pensamentos obtusos.
Afinidades indefinidas.
Que me intorpecem a pele.
Até às costuras.
De agonias pegadas ao sangue.
De tamanhas torturas.

O vento que entrava
Na paisagem de cartão
Foi o cenário certo
Entre pedaços de coração.

- Nunca corras atrás daquilo que foge.
Pai

2 comentários:

Joanna disse...

Corre atrás de mim que eu não fujo :) Ly sis *

Anónimo disse...

real eyes realize real lies